| 08 de fevereiro de 2010 | Atualizada às 19h26m |
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Zezinho Funasa
Publicada: 04/07/2009
O ex-superintendente do Sebrae em Sergipe, José Oliveira Guimarães, o Zezinho Guimarães, assume nesta segunda-feira a presidência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), com sede na avenida Tancredo Neves, 5.425. Sua posse se dará às 10 horas e terá a presença do presidente nacional do órgão, Danilo Fortes. A Indicação é do senador Almeida Lima (PMDB).
Não estranhem
A volta de Zezinho Guimarães ao poder, embora vá para um cargo federal, o aproxima um pouco do governador Marcelo Déda (PT), que o elegeu no final do ano passado como o seu inimigo número um. Aliás, fala-se muito também na possibilidade de reaproximação do senador Almeida Lima, isso por conta da necessidade do apoio à presidenciável Dilma Rousseff.
Pomar
Neste sábado, às 9 horas, no auditório do Sindicato dos Bancários, o secretário de Relações Internacionais do PT, Valter Pomar, realiza debate sobre "A Crise Mundial e a situação da América Latina". O debate, que é aberto, está sendo promovido pelo Diretório Estadual do PT de Sergipe. Logo após o debate, haverá reunião do Diretório, que vai tratar da conjuntura nacional e estadual, e das eleições internas do partido. Valter participará da reunião.
Adesão às fundações
O secretário de Estado da Saúde, Rogério Carvalho, reafirma a informação dada na entrevista da edição do JC desta quinta-feira, de que não é obrigatória a adesão dos servidores ao quadro especial que será disponibilizado para as fundações. Optando ou não por trabalhar nas fundações estatais de saúde, o servidor continua sendo integrante do quadro geral do Estado.
Adesão é opção
Ele explica que existem gratificações que os servidores já têm por direito, como a de atividade funcional e a de nível superior. Ambas continuarão no contracheque de quem não optar. A diferença para aqueles que aderirem ao quadro especial é que estas gratificações serão incorporadas como vantagem pessoal, ou seja, jamais serão retiradas e sobre elas incidirão todos os reajustes do governo
do Estado.
Finalmente
Enfim, um Governo decide de fato comemorar a data da emancipação política de Sergipe. A partir da determinação do governador Marcelo Déda, a Secretaria de Estado da Cultura e a Casa Civil estão preparando uma série de atividades para o próximo 8 de julho, quarta-feira. As festividades não poderiam acontecer em um lugar mais acertado: na praça São Francisco, em São Cristóvão. A praça é candidata a Patrimônio da Humanidade.
Reafirmação
O governador Marcelo Déda lembra que a data tem um significado muito grande para Sergipe. "É uma data que por muito tempo ficou esquecida, por isso precisa ser lembrada e comemorada. O 8 de Julho é o início da história de Sergipe como um Estado independente e autônomo. É, portanto, dia de celebrar nossos símbolos cívicos, nossa memória, nossos valores, nossa identidade cultural. É um momento de olharmos para o passado para saber como nós desenharemos o futuro”, destacou Déda.
Negociação
Os auditores ligados ao Sindicato dos Auditores Tributários do Estado de Sergipe (Sindat) decidiram não aderir à greve – já julgada ilegal - decretada pelos auditores técnicos, vinculados ao Sindicato do Fisco (Sindifisco). De acordo com Marcos Corrêa Lima, um dos dirigentes do Sindat, a categoria vai preferir negociar até o limite com o governo na expectativa de terem as suas demandas atendidas.
Procuradores
O Ministério Público Federal em Sergipe recebeu a visita do senador sergipano Antônio Carlos Valadares (PSB). Foi a convite da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) em Sergipe, que objetiva realizar diversas reuniões com os demais parlamentares sergipanos e discutir com eles projetos de lei e temas de interesse público. Nesta segunda-feira, será a vez do deputado federal José Carlos Machado (DEM) também fazer uma visita ao MPF/SE.
Transparência
Na manhã de ontem uma comissão de secretários municipais levou à Câmara Municipal de Aracaju a relação completa dos convênios, contratos, empenhos e prestações de contas celebrados, desde 1998, com a ONG Sociedade Eunice Weaver. A entrega da documentação foi feita pelos secretários municipais Jeferson Passos (Finanças), Bosco Rolemberg (Chefia de Gabinete), Rosária Rabelo (Assistência Social), Tereza Cristina (Educação) e Antônio Samarone (Transporte e Trânsito).
Explicação
Os secretários explicaram que os convênios foram fechados com o objetivo de viabilizar a contratação e a formação continuada de profissionais que prestam serviços públicos à população na área social. Jéferson Passos, que conduziu a reunião, justificou que esta prestação de contas tem a intenção de esclarecer "toda esta celeuma criada nos últimos dias envolvendo os convênios da prefeitura com a Sociedade Eunice Weaver" e mostrar a transparência dos trabalhos desenvolvidos pelo município.
Procedimentos
O presidente da Casa, o vereador Emmanuel Nascimento (PT), que recebeu o material, informou que irá repassá-lo a todos os demais parlamentares. Emmanuel garantiu ainda que todos os vereadores poderão questionar a documentação. “Se algum vereador entender que tiver documentos faltando, poderá solicitar esclarecimentos com as secretarias através de emendas. Vamos ouvir a todos: situação e oposição”, afirmou.
Requerimentos
Mal os secretários deixaram a Câmara Municipal, o vereador Juvêncio Oliveira (DEM) protocolou dois requerimentos junto à presidência da Casa visando esclarecer as denúncias que pairam sobre a Sociedade Eunice Weaver, evolvendo a Prefeitura de Aracaju. No primeiro, o vereador requer que o Poder Legislativo Municipal solicite ao prefeito quais e como foram feitas as contratações de pessoas para a atuação na administração municipal, através da Organização Não Governamental (ONG) Eunice Weaver.
Convocação
O segundo requerimento do vereador Juvêncio visa uma convocação extraordinária da Câmara Municipal, com base não apenas no regimento interno da Casa, mas também da Lei Orgânica do Município, ainda neste mês de julho, para que os vereadores possam discutir os repasses de verbas que a Prefeitura de Aracaju fez às entidades filantrópicas, a exemplo da Eunice Weaver.
Agora é legal?
Durante a greve branca os policiais militares deixarem de dirigir os veículos alegando que muitos estavam com as carteiras de habilitação vencidas e outros não tinham um curso especial para dirigir veículos da segurança pública. E agora? Todos estão dentro da lei? E quem fiscaliza os motoristas da SSP que estão circulando com a habilitação vencida? É legal? E como fica o cidadão comum, aquele que paga seus impostos e muitas vezes tem que reduzir o que compra para comer para renovar a CNH. O certo é a cúpula só deixar dirigir os veículos os policiais com a CNH em dia. E chega de paternalismo... Quem escreve é o jornalista Cláudio Nunes na sua coluna na Infonet.
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