14/07/2017 às 13h02 - Agenda

ORSSE apresentará concerto Impressões Camerísticas: “A Pergunta sem Resposta”

A apresentação será na próxima quinta-feira, no Teatro Atheneu. O concerto terá início às 20h30

Na próxima quinta-feira, 20 de julho, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) volta aos palcos do Teatro Atheneu para mais um momento especial. Sob a regência do maestro Guilherme Mannis, o grupo apresentará o concerto “Impressões Camerísticas: A Pergunta sem Resposta”, em que interpretará instigantes obras do repertório sinfônico e camerístico em versão orquestral, de compositores como Charles Ives, Franz Schubert, Ottorino Respighi, Jean Baptiste Lully e Felix Mendelssohn. O concerto terá início às 20h30, e os ingressos já estão disponíveis na Bilheteria do Teatro Atheneu. A ORSSE é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura.

 

Foto: Ascom/Secult

 

Segundo o maestro Guilherme Mannis, a ideia do concerto é utilizar a proximidade dos músicos com o público, no Teatro Atheneu, para criar uma ambientação intimista, em que experiências sensoriais façam parte da performance. “A apresentação inédita da Pergunta sem Resposta, de Charles Ives, irá surpreender o público, com a concomitância de diversos discursos ocorrendo simultaneamente, tal qual uma representação dos muitos estímulos que a nossa vida moderna nos propicia”, sustenta o maestro.

 

Integra também o programa o QuartettSatz op. 12, do compositor alemão romântico Franz Schubert. Inicialmente composta para quarteto de cordas, receberá uma leitura de toda a orquestra de cordas, e é apresentada de forma inédita no Estado. Também com primeira execução em Sergipe serão interpretadas a Sinfonia nº 6 para cordas de Felix Mendelssohn e “O burguês ridículo”, fábula musical composta pelo compositor francês Jean Baptiste Lully, sobre texto homônimo de Molière. 

 

Finalizando o instigante programa, o grupo apresentará, com a regência do maestro Guilherme Mannis ao cravo, as “Árias e Danças Antigas”, de Ottorino Respighi, uma homenagem deste compositor italiano moderno a grandes compositores daquele país do período barroco. Tratam-se de versões modernas de peças inicialmente compostas para alaúde, tal como um passeio musical contemporâneo aos grandes monumentos da Itália antiga. 

 

Sobre o maestro

 

Guilherme Mannis é diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2006, onde tem dividido o palco com artistas como Maria João Pires, Michel Legrand, Nelson Freire, Jean Louis Steuerman, André Mehmari, Emmanuele Baldini, Rosana Lamosa, Wagner Tiso, Amaral Vieira, Eduardo Monteiro, entre outros. Como regente convidado tem dirigido importantes grupos no Brasil e exterior, tais como a Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Amazonas Filarmônica, Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Porto Alegre, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Bari, Sinfonia Toronto, World Youth Orchestra, Sinfônica de Rosário (Argentina), Filarmônica do Espírito Santo, Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Experimental de Repertório, Sinfônica da Bahia, Sinfônica Heliópolis, Sinfônica do Teatro São Pedro, Sinfônica de Monterrey, Sinfônica de Guanajuato, entre outras. Doutorando em música, foi aluno destacado dos maestros Isaac Karabtchevsky e John Neschling. É professor do Departamento de Música da Universidade Federal de Sergipe.

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