09/01/2019 as 15:49

BALNEABILIDADE

Praias de Sergipe continuam próprias para banho

Relatório das análises laboratoriais informa que todos os trechos analisados na costa de Sergipe estão próprios para banho.


Praias de Sergipe continuam próprias para banhoFoto: Marcos Rodrigues/ASN

Na última terça-feira (08), após identificação de manchas de óleo nas areias da praia de Atalaia e Aruana, técnicos da Adema recolheram amostras na área para a análise do material. Nesta quarta-feira (09), os técnicos do órgão voltaram ao local para monitorar o incidente

Análises da Administração Estadual do Meio Ambiente - Adema, realizadas nesta semana, atestam que as praias de Aracaju, Barra dos Coqueiros, Itaporanga D’Ajuda e Estância continuam próprias para banho. De acordo com o diretor-presidente do órgão, Gilvan Dias dos Santos, os exames de balneabilidade são realizados semanalmente em Aracaju e quinzenalmente nas praias do interior do estado.

O relatório das análises laboratoriais informa que todos os trechos analisados na costa de Sergipe estão próprios para banho. Na capital sergipana, foram avaliadas amostras da praia de Atalaia Velha - em frente aos Arcos da Orla; Praia do Banho Doce - em frente ao Chafariz; Praia do Refúgio - em frente ao Condomínio Lago Paranoá; Praia do Bonanza - em frente ao Hotel Parque dos Coqueiros; Praia do Hawaizinho - em frente à Praça de Eventos da Orla; Praia de Aruana - em frente ao Loteamento Aruana; Praia do Robalo - em frente ao Clube do Banco do Brasil (AABB); Praia dos Artistas – na Coroa do Meio, em frente ao Novo Farol; Praia dos Náufragos - em frente ao Condomínio Residencial Brisa.

Na Barra dos Coqueiros, foram analisadas amostras da Praia de Atalaia Nova - em frente ao Farol da Barra; Praia da Costa - em frente aos Bares e Praia de Atalaia Nova, trecho do Rio Sergipe (próximo ao antigo terminal hidroviário). Já no Litoral Sul, as praias da Caueira, Abaís, das Dunas e do Saco, em Estância e Itaporanga, passaram pela análise.

Manchas

Na última terça-feira (08), após identificação de manchas de óleo nas areias da praia de Atalaia e Aruana, técnicos da Adema recolheram amostras na área para a análise do material. Nesta quarta-feira (09), os técnicos do órgão voltaram ao local para monitorar o incidente.  Na realização do trabalho, a equipe contou com o uso de um drone com capacidade para identificar a extensão precisa do possível dano.

A engenheira de Petróleo e técnica da Adema, Juliana Barreto, informou que, no entanto, que não foram detectados resquícios, nem novas manchas de óleo na extensão da praia da Atalaia nesta manhã. “Ontem, a gente esteve aqui, por volta das 11h, fazendo o acompanhamento junto à Petrobras e sua equipe de limpeza, que já tinha feito todo o recolhimento da suspeita borra de petróleo. Estamos aguardando a análise da Petrobras para o detalhamento do ocorrido. Hoje, viemos fazer uma vistoria para identificar resquícios do material, mas não identificamos mais nada. Pelo procedimento, a Petrobras fará essa análise para identificar a origem do material e nós acompanhamos esse processo, mas até então eles não identificaram qualquer irregularidade nas suas operações”.

Drone

Segundo o técnico Ubirajara Xavier, a utilização do Drone facilitará o trabalho do órgão. “A tecnologia ajuda na rastreabilidade das áreas que podem vir a ser atingidas em algum evento. Ou seja, a gente consegue rastrear, mapear e demarcar os locais onde existe a possibilidade de haver alguma ocorrência, algum problema”.

O equipamento foi adquirido no final do ano passado e está na fase de testes pela equipe da Adema, que passa por treinamento para o uso adequado da ferramenta. “Uma parte da nossa equipe, 12 pessoas, vem trabalhando com o pessoal da Texangen, que está fazendo o treinamento. Hoje, inicialmente, a gente veio fazer os primeiros testes com os alunos do curso, fazendo aulas práticas de execução de voo para a melhor aplicação da ferramenta e, em cima disso, que a gente vai começar a trabalhar mais precisamente. Como por exemplo, em áreas que a gente tenta fazer avaliação e não consegue acesso em virtude do local se encontrar fechado. Como também, em locais muito grandes, nos quais só por foto não se consegue ter a real dimensão da área, porém, a partir do sobrevoo e da possibilidade de mapeamento desses locais, a gente consegue ter uma precisão maior da área atingida e do dano que venha a ser criado eventualmente. Usaremos essa tecnologia em todas as operações possível da Adema”, completou Ubirajara.











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