08/02/2019 as 14:46

ABANDONADO DESDE 2012

Prefeitura esclarece situação de Cliníca Santa Maria

O imóvel onde outrora se encontrava a antiga Clínica Santa Maria corre risco de desabamento


Prefeitura esclarece situação de Cliníca Santa MariaFoto: André Moreira/Divulgação
O imóvel onde antes funcionava a antiga Clínica Santa Maria corre risco de desabamento. O local foi abandonado em 2012 e desde 2014 tem sido abrigo para os sem tetos da região. Instalada no bairro Siqueira Campos em Aracaju, a Clínica era destinada ao atendimento de dependentes químicos, mas os proprietários abandonaram o imóvel. Porém, na última quarta-feira, 6, um dos moradores acionou as autoridades temendo desabamento do lugar por conta das chuvas. Apenas nesta sexta feira, 8, a Prefeitura Municipal de Aracaju soltou uma nota por meio de seu website acerca do assunto.
 
Confira a nota divulgada pela Prefeitura de Aracaju: 
 
Em decorrência das chuvas que ocorreram na última quarta-feira, 6, a Defesa Civil de Aracaju recebeu um chamado para realizar uma nova visita para avaliação de riscos das instalações físicas da antiga Clínica Santa Maria, localizada na rua Espírito Santo, no bairro Siqueira Campos. Foi constatado pelo órgão que as instalações, compostas por três blocos e um anexo, oferecem um grande risco aos habitantes, havendo chances de toda a estrutura entrar em colapso diante da ocorrência de novas chuvas na capital sergipana.
 
A Defesa Civil determinou a interdição do espaço e a Prefeitura de Aracaju, visando à preservação da integridade física dos cidadãos que lá residem, disponibilizou, através da Secretaria Municipal da Assistência Social, um galpão para que as famílias que não tiverem para onde ir possam ser alojadas. 
 
Diante deste quadro, nesta sexta-feira, 8, as equipes da Prefeitura de Aracaju disponibilizaram o suporte para o deslocamento e acolhimento em espaço provisório para quem não tivesse outro local para ir, um galpão na rua Acre. Desta forma, a administração municipal ofereceu as condições necessárias para que se retirassem do local, incluindo todo o auxílio logístico, como três ônibus executivos e três caminhões baús para transporte das pessoas e dos seus pertences. 
 
Vale ressaltar que a Prefeitura não esteve no local para obrigar a saída das famílias do imóvel e sim para oferecer as condições para que não ficassem desassistidas diante do risco que correm.
 
A gestão continua à disposição dessas famílias e manterá um canal de diálogo aberto com demais instituições. O objetivo maior é garantir a segurança das pessoas que residem no local.