18/05/2020 as 15:39

FLAGRA

Policiais impedem a entrada de drogas e celulares no Copemcan

Uma pessoa foi presa tentando arremessar objetos no local

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Os policiais penais que atuam no Complexo Penitenciário Dr. Manoel Carvalho Neto (Copemcan) voltaram a impedir a entrada de objetos ilícitos na maior unidade prisional de Sergipe. É o quarto registro deste tipo de ocorrência este mês.

Pela manhã, o policial que estava na guarita flagrou duas pessoas tentavam arremessar drogas e aparelhos celulares para o interior do presidio. Uma das pessoas foi presa e os objetos apreendidos. O segundo suspeito conseguiu fugir do local.

“O trabalho dos nossos policiais penais é fundamental em todas em as unidades penais, mas no caso do Copemcan eles merecem ainda mais destaque por causa da superlotação. A nossa categoria é comprometida com o sistema prisional do estado e merece esse reconhecimento”, destacou o presidente do Sindicato dos Policiais Penais e Servidores da Sejuc (Sindppen), Wesley Alves.

Planejado para comportar 800 detentos, o Copemcan tem atualmente mais que o triplo de detentos de sua capacidade. De acordo com dados coletados nesta segunda-feira, 17, a unidade prisional abriga 2.624 presos. Em todo o Estado, são 5.214 detentos, 32% a mais que a capacidade prisional sergipana, que possui 3953 vagas.

Nas últimas semanas, algumas apreensões foram registradas no Copemcan. Na última terça-feira, 12, os policiais penais apreenderam nove pessoas que tentavam enviar cigarros de maconha para os detentos.

Já no dia 6 de maio, os policiais penais impediram a entrada de materiais ilícitos na unidade prisional em duas ocasiões. A primeira ocorrência foi registrada pela manhã logo após recebimento de algumas informações. Após uma varredura em todo perímetro das muralhas dos pavilhões 2 e 3, foram encontrados três pacotes com substância semelhante a maconha em forma prensada. A pesagem apontou 712 gramas do material.

Em seguida, foram apreendidos 30 cigarros com maconha. O material estava ao lado de um dos pilares da portaria e provavelmente foi dispensado por algum familiar responsável pelo envio de cartas ou alimentos.

 

 

|Fonte e foto: Sindipen