04/07/2018 as 16:03

Cultura

Orsse retoma Série Cajueiros, interpretando Dvorák

Denominado “Uma noite em Praga”, o concerto terá uma das mais desafiadoras sinfonias românticas do compositor tcheco.


Orsse retoma Série Cajueiros, interpretando DvorákFoto: Divulgação

Amanhã, 5, às 20h30, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse), sob a regência do maestro Guilherme Mannis, retoma a sua Série Cajueiros, no Teatro Tobias Barreto. Em concerto denominado “Uma noite em Praga”, o grupo interpretará uma das mais desafiadoras sinfonias românticas do compositor tcheco Antonin Dvorák (1841-1904), a Sinfonia no 8, em Sol maior, além de peças muito tradicionais do compositor inglês Edvard Elgar (1857-1934). A Orsse é uma realização da Secretaria de estado da Cultura. Os ingressos já estão disponíveis nas bilheterias do TTB a preços populares. 

 

Segundo o maestro Mannis, “os concertos da Orsse são viagens por épocas e países. Sentir o frescor de uma das mais belas capitais da Europa por meio interpretação da música de sua fase áurea é algo muito agradável, e que sem dúvida nenhuma transmite-se ao nosso público. Consolidar ainda a nossa vocação sinfônica, o que é o objetivo da Série Cajueiros, propicia a manutenção da qualidade de nosso trabalho, e oferece ao público uma programação igualável a dos principais centros do Brasil”, destacou.

 

Em relação à Sinfonia no 8, composta em 1889, ela evidencia as belezas da terra natal de Dvorák e de sua tão querida Praga. Composta por 4 movimentos, alterna momentos que recordam as danças folclóricas locais a seções de grande densidade e bastante volume. Serão também interpretadas a plácida “Serenata para Cordas”, de Edvard Elgar, e uma de suas marchas “Pompa e Circunstância”, concebidas especialmente para a realeza britânica.

Sobre o maestro

 

Guilherme Mannis é diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica de Sergipe desde 2006, onde tem dividido o palco com artistas como Maria João Pires, Michel Legrand, Nelson Freire, Jean Louis Steuerman, André Mehmari, Emmanuele Baldini, Rosana Lamosa, Wagner Tiso, Amaral Vieira, Eduardo Monteiro, entre outros. Como regente convidado tem dirigido importantes grupos no Brasil e exterior, tais como a Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Amazonas Filarmônica, Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Porto Alegre, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Bari, Sinfonia Toronto, World Youth Orchestra, Sinfônica de Rosário (Argentina), Sinfônica do Espírito Santo, Sinfônica da USP Teatro Nacional de Brasília, Experimental de Repertório, Sinfônica da Bahia, Sinfônica Heliópolis, Sinfônica do Teatro São Pedro, Sinfônica de Monterrey, Sinfônica de Guanajuato, entre outras. Doutorando em música, foi aluno destacado dos maestros Isaac Karabtchevsky e John Neschling. É professor do Departamento de Música da Universidade Federal de Sergipe.