05/01/2018 às 14h05 - Cultura

III Festival de música “Um Banquinho, uma canção” é aberto

O evento segue até o dia 01 de fevereiro, com mais três eliminatórias e a grande final, que acontecerá no café do Palácio Museu Olímpio Campos.

Por: ASN

Em uma noite de animação, torcida e muita música, a primeira fase eliminatória do terceiro prêmio “Um Banquinho, uma canção” definiu os seus três primeiros finalistas. Promovido pelo Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o evento segue até o dia 01 de fevereiro, com mais três eliminatórias e a grande final, que acontecerá no café do Palácio Museu Olímpio Campos.

 

A abertura do Festival, que aconteceu nesta quinta-feira, 04, teve como palco o Bar Zodíaco, localizado na Orla Pôr do Sol, onde seis, dos 24 selecionados, apresentaram ao público presente três músicas, sendo uma nacional, uma sergipana e uma autoral. Os escolhidos pelo corpo de jurados foram Alice Nou, Cissy Freitas e Tom Robson. 

 

“É um prazer enorme estar participando deste festival que é uma forma de incentivo para a música sergipana e para a música autoral. Sergipe precisa de mais eventos como este, que movimentem a cena local e revelam muito mais sobre a nossa identidade musical”, destacou Alice Nou.

 

Pela segunda vez participando do Festival, Cissy Freitas ficou bastante empolgada com o resultado. “Este é um encontro que celebra a boa música. O Banquinho acrescenta muito em nosso currículo e, para mim, é uma satisfação me apresentar neste palco, trazendo uma identidade nordestina que marca e toca o coração do público”, ressaltou.

 

Nesta primeira eliminatória, o corpo de jurados foi composto pelo produtor cultural, Jorge Lins, e pelos músicos Marilda Silva e Minho San Liver. “É uma responsabilidade enorme participar como jurado e avaliar outros músicos aqui do Estado. Nesta fase inicial, a avaliação que fazemos concentra-se nos quesitos de arranjo e interpretação. Em cada uma das quatro primeiras fases eliminatórias, um novo grupo compõe o corpo de jurados”, explicou Minho San Liver.

 

Admirador do Festival, o publicitário Bluesvi Santos, ficou empolgado com a primeira noite de apresentações. “O barzinho é sempre um espaço muito legal para reunir amigos. Quando tem boa música, fica melhor ainda. Estamos aqui para curtir a noite e também para torcer pelos nossos cantores favoritos”, disse.

 

De acordo com o superintendente executivo da Secult e idealizador do projeto, Irineu Fontes, o Festival é uma oportunidade de mostrar a boa música produzida na noite sergipana. “Através do Banquinho, promovemos o acesso de bons músicos sergipanos à população e aos turistas que frequentam os bares da nossa capital. Além disso, incentivamos a produção de música autoral entre eles”, frisou.

 

Foto: Divulgação

 

Próximas eliminatórias

 

A programação segue no dia 11 de janeiro, no Villa Botiquim; dia 18 de janeiro, no Brother’s Club, e dia 25, no Gonzaga Bar e Petiscaria.

 

Viabilizado com recursos do Fundo Estadual de Desenvolvimento Cultural e Artístico (Funcart) e aprovação do Conselho Estadual de Cultura, o Festival é um evento democrático que abriga vários estilos de música, incentivando a produção local e a formação de público. Todos os músicos foram selecionados via edital.

 

Cada participante apresenta três músicas, sendo uma de autor nacional, uma de autor sergipano e uma música inédita. A premiação em dinheiro, desta edição, varia de R$ 400,00 à R$ 5mil, além do prêmio de Melhor Música Inédita no valor de R$ 1,5mil.

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