13/07/2020 as 11:18

LOCKDOWN

Samuel Carvalho não vê lockdown como sendo algo necessário

As ajudas que chegam não suprem as necessidades básicas. Nós precisamos entender o outro lado também”, disse.

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LOCKDOWN
Para esta coluna, o deputado estadual Samuel Carvalho (Cidadania) comentou que não vê lockdown como sendo algo necessário, mas sim de conscientização. “É fácil pedir lockdown quando se tem algo para receber todo final do mês, como nós homens públicos. As ajudas que chegam não suprem as necessidades básicas. Nós precisamos entender o outro lado também”, disse.

TRANSPARÊNCIA 1
Ainda com a coluna, Samuel Carvalho contou que há um Gabinete Compartilhado – integrantes da assessoria do senador Alessandro Vieira, deputados Georgeo Passos e Kitty Lima, todos do Cidadania – que faz um trabalho de fiscalização dos recursos que estão sendo destinados ao combate ao coronavírus.

TRANSPARÊNCIA 2
“A dificuldade que sentimos é que muitos sites não são tão transparentes, dificultando a fiscalização, mas estamos fazendo a nossa parte. Por isso peço uma melhor transparência dos municípios, para que possamos fiscalizar de forma mais efetiva”, pontuou, sobre a transparência que os órgãos públicos estão dando para as ações.

CONDENADO 1
A pedido do Ministério Público de Sergipe, por meio da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Lagarto, a Justiça condenou o ex-deputado estadual Raimundo Lima Vieira, o “Mundinho da Comase”, Augifranco Patrick de Vasconcelos e Ygor Henrique de Vasconcelos pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, em desvio de verba pública estadual, ocorrido em 2014. Cada réu foi condenado a uma pena de dez anos e quatro meses de reclusão e multa.

CONDENADO 2
Segundo a Promotoria de Justiça, o MP ofereceu denúncia contra os envolvidos pelo desvio de verbas de subvenção social da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), que foram remetidas no ano de 2014, pelo então deputado estadual Raimundo Lima Vieira para a Associação Ala Jovem de Lagarto, cujo presidente era Augifranco Patrick.

CONDENADO 3
As investigações realizadas pelo Ministério Público demonstraram que, da verba pública de subvenção social remetida para a associação naquele ano, foi desviado um total de R$ 235 mil, em proveito dos próprios envolvidos, através de contratos falsos firmados pela “Ala Jovem” com uma empresa pertencente a Ygor Henrique, irmão do presidente da referida associação. Ainda de acordo com a Promotoria de Justiça, pelo mesmo esquema de desvio de verba os envolvidos também já haviam sido condenados anteriormente por improbidade administrativa.