10/07/2018 as 09:30

Vera Lúcia

“Estamos andando pelo país”, afirma líder do PSTU

Em conversa com a equipe do JORNAL DA CIDADE, Vera Lúcia pontuou que vem visitando as regiões do país.


“Estamos andando pelo país”, afirma líder do PSTUFoto: Arquivo/JC

Vera Lúcia, pernambucana, “cria” do Estado e pré-candidata à Presidência da República pelo PSTU, explicou que a sua agenda política para o pleito já está repleta de atividades. “Estou andando pelo país, literalmente”, contou a defensora da classe trabalhadora.


Em conversa com a equipe do JORNAL DA CIDADE, Vera Lúcia pontuou que vem visitando as regiões do país. “No Sul tivemos em várias cidades do Rio Grande do Sul e Paraná. No Sudeste só ainda não fomos no Espírito Santo. No Norte estivemos no Pará e Amazonas, mas nas capitais”, detalhou.


De acordo com Vera Lúcia, o trabalho atual é de percorrer o Nordeste. “Começamos por São Luís, depois Teresina e agora estamos em Fortaleza. Depois iremos para o Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Vamos para Sergipe e terminamos no dia 20 de julho na Bahia”, contou.


A pré-candidata deverá chegar em Aracaju em meados do dia 15 de julho, onde irá desenvolver o mesmo diálogo que vem fazendo nas demais cidades.

Manifesto
Segundo Vera Lúcia, durante a passagem pelos Estados é feita uma interação com a população. “O PSTU lançou um manifesto, em nível nacional, fazendo um chamado à rebelião. E diz que nesse país nós precisamos de uma revolução socialista, nesse programa apresentamos as bases para aquilo que é mais profundo e que afeta a classe trabalhadora e apresentamos a saída para de fato resolver os problemas”, expôs.
Ainda para o JC Vera Lúcia frisou que o programa apresentado não se resolve apenas no marco das eleições. “É um programa para antes, durante e depois. É um programa que de fato se coloca para que nós, da classe organizada, possamos em luta garantir que seja aplicado”, pontuou, acrescentando que a receptividade tem sido boa.

Andanças
A pré-candidata destacou a importância das “andanças” que vêm ocorrendo pelo país. “Não temos tempo na televisão. Se nós tivéssemos um minuto iriam ver o ‘estrago’ que iríamos fazer. Porque o povo anda revoltado. Temos seis segundos no tempo e isso não dá nem para dizer o nome completo”, concluiu, destacando a importância de percorrer as cidades.