09/08/2018 as 08:17

Belivaldo Chagas

“Estamos ficando livres dos encostos”

O pré-candidato ao Governo destacou que a coligação política que está sendo formada está ficando "depurada".


“Estamos ficando livres dos encostos”Foto: Divulgação

Belivaldo Chagas (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado, registrou na rede social, em seu perfil pessoal, que a coligação política que está sendo formada está ficando “depurada”. “O nosso agrupamento está ficando livre dos encostos. Ou tá comigo ou não tá. Sim sim, não não. E morreu maria preá!”, comentou.


Em seu perfil pessoal, Belivaldo assegurou que está onde sempre esteve. “Os Valadares (PSB) saíram para apoiar Aécio Neves (PSDB), depois o impeachment e Temer, e agora já largaram este barco quando viram o barco encher de água. Eu tenho coerência nas minhas convicções”, pontuou.
Ainda na rede social, Belivaldo Chagas, que atualmente está no comando do Governo do Estado, afirmou que trabalha com compromisso e seriedade.

“É isso que o povo pode esperar sempre de mim. Vamos modernizar cada vez mais a máquina pública e trabalhar com seriedade. Se eu souber de cargo de comissão sem trabalhar, eu exonero logo e vou atrás do responsável pela pasta”, disse.


Por fim, Belivaldo escreveu: “Sempre tive lado na política e fui coerente com meu pensamento. Não sou de trair amigo por conveniência, e muito menos o povo. Meu jeito de trabalhar é este, e foi este meu jeito que me colocou aqui, disputando a reeleição de cabeça erguida junto aos meus verdadeiros amigos”.

Do lado de lá
Enquanto isso, Valadares Filho (PSB) também colocou suas observações na rede social criticando a forma como o governo atua. Vale relembrar que Valadares está como pré-candidato ao governo e faz oposição a Belivaldo.


Em seu perfil pessoal, Valadares comentou: “É esse governo das práticas atrasadas do toma-lá-dá-cá, da incompetência administrativa, destruindo a gestão pública de Sergipe que o nosso povo irá derrotar no dia 7 de outubro”.


Por fim, ainda acrescentou: “É vergonho como Jackson/Belivaldo vem usando o Diário Oficial para amarrar alianças políticas. Nomeações eleitorais sem nenhum critério técnico”.