10/07/2018 as 09:26

MNSL

Projeto imuniza cerca de 700 recém-nascidos

O projeto é intitulado Corujinha, tem por objetivo garantir o direito da criança e envolve 13 auxiliares de enfermagem.


Projeto imuniza cerca de 700 recém-nascidosFoto: MNSL/Divulgação

A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) trabalha a prevenção infantil, fortalecendo os cuidados ao recém-nascido através do Projeto Corujinha. Essa importante iniciativa é própria para as maternidades e garante que todas as crianças nascidas vivas saiam com as duas vacinas do calendário já aplicadas.

A auxiliar de enfermagem da MNSL, Naria Santos, conta que são vacinados em torno de 700 recém-nascidos por mês. “Após 12h de nascido, eles recebem a vacina, exceto os bebês que estão na UTI, que só serão imunizados com a autorização do médico”,  explica Naria.

A coordenadora  da Unidade Neonatal da MNSL, Thereza Bulhões, explica que o projeto,  envolve diariamente 13 auxiliares de enfermagem nas maternidades públicas (Nossa Senhora de Lourdes, Santa Izabel e Gabriel Soares) e privadas de Aracaju, e tem o objetivo garantir esse direito a toda a criança.

“Através do Sistema Único de Saúde, são fornecidas vacinas gratuitas, facilitando o acesso a essas substâncias que protegem contra doenças. O Projeto Corujinha tem como foco minimizar cada vez mais a mortalidade infantil e uma das ferramentas para evitá-la, é a imunização”, observou Thereza.

A coordenadora lembra, ainda, que no Projeto, são ofertadas as duas vacinas BCG e Hepatite B. “A vacina prepara o sistema imunológico da criança contra as doenças. É de extrema importância a vacinação nos primeiros dias de vida, garantindo, assim, a prevenção de doenças no recém-nascido”, ressalta.

Importância

Thereza Bulhões fez questão de informar que as vacinas BCG e Hepatite B, estão dentro do calendário vacinal, até os dois anos de idade, devido alguns bebês prematuros e que ficam internados por longa permanência no complexo neonatal. “Esse projeto é de grande valor, ajuda na redução do índice de mortalidade infantil. Além disso, é comodidade para a família que sai com o bebê já imunizado, atestando a sua saúde”, evidencia.

“Estou esperando meu filho Anthony, que nasceu no dia 7 de junho com intolerância a lactose, completar 2kg para ser vacinado”, conta a parturiente Laura Cardoso, 20 anos, do município de Porto da Folha. 

Mariana Freitas é conselheira tutelar de Gararu, mãe de Marília, nascida no dia 5 de julho, comentou que só o fato dela ser imunizada na própria maternidade já é gratificante. “Ontem mesmo a bebê foi vacinada contra a hepatite B e só está no aguardo das 48h para tomar a BCG”, afirma a mãe.