10/09/2019 as 09:14

Saúde

Setembro amarelo: ações chamam atenção para o tema

A coordenadora da Rede de Atenção Psicossocial (Reaps) da SMS, Chenya Coutinho, explica que o Setembro Amarelo busca estimular o indivíduo a refletir mais sobre a vida e a importância dela.


O mês de setembro, dedicado à prevenção do suicídio e proteção da vida, é o período no qual se desenvolve a campanha Setembro Amarelo, que busca reconhecer os sinais de alerta e as tentativas de suicídio como prioridade na saúde pública. Ness sentido, a Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju (SMS), mantém uma rede de serviços com referências especializadas para atendimento ao público. Na manhã desta terça-feira (9) com o apoio da Vigilância em Saúde do Trabalhador (VISAT) e com o Núcleo de Apoio ao Trabalhador (NAT) lançam a campanha de combate ao suicídio. Dutante o enconto foram debatidas questões realacionada ao tema, além de oficinas para gestores da rede estadual da saúde para um olhar mais atento e melhor orientação para a equipe.

Além das atividades já realizadas, regularmente, a Secretaria da Saúde de Aracaju desenvolve, durante todo este mês, ações de reforço à importância desse tema, nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), em escolas e nas unidades da Rede de Saúde do município.

A coordenadora da Rede de Atenção Psicossocial (Reaps) da SMS, Chenya Coutinho, explica que o Setembro Amarelo busca estimular o indivíduo a refletir mais sobre a vida e a importância dela. O Ministério da Saúde (MS) aproveita este mês de conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio para enfatizar também a necessidade de atenção especial com o bem-estar e a saúde mental de crianças e adolescentes.

Segundo o MS, o foco das ações desenvolvidas neste mês é o público jovem, entre o qual tem aumentado o número de casos e de tentativas de suicídio. “Os jovens brasileiros, que estão entre os que passam mais tempo conectados à internet, têm dificuldades para lidar com a confusão entre o mundo online e as exigências e frustrações cotidianas do mundo fora da rede mundial de computadores. Isso gera ansiedade e enfraquece vínculos sociais”, explica a coordenadora.

Ainda de acordo com Chenya, assuntos como depressão, ansiedade e os cuidados com a saúde mental são discutidos diariamente na Reaps. “Buscamos reconhecer os sinais de alerta e as tentativas de suicídio como prioridade na saúde, por isso vamos intensificar, junto à equipe do Programa Saúde na Escola, conversas alertando os estudantes. Realizaremos diálogos com os trabalhadores da Rede de Urgência e Emergência [REUE] e faremos também uma gincana com usuários do Caps sempre na perspectiva de prevenção e valorização da vida”, acrescentou.