10/05/2019 as 10:49

Autoajuda

A importância da higienização do interior do carro

Outro fator importante é que a limpeza influencia também na qualidade de vida dos ocupantes do veículo.


A importância da higienização do interior do carro

Cuidados com limpeza de veículos é básico. Deixar o carro brilhando por fora não quer dizer que a parte de dentro deve ser esquecida. A higienização dos estofados merece atenção recorrente, já que, além de dar aspecto “mais novo”, é essencial para prolongar a vida útil dos materiais. Outro fator importante é que a limpeza influencia também na qualidade de vida dos ocupantes do veículo.

A higiene dos assentos do automóvel é necessária para evitar que impurezas danifiquem o estofamento. Na hora de procurar método de limpeza, o melhor é escolher bem o estabelecimento e informar-se a respeito dos produtos usados.

O procedimento é simples, mas só deve ser feito por profissionais com conhecimento técnico. A dica é saber se o estabelecimento utiliza produtos e equipamentos homologados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em estofados de tecido, que acumulam poeira com mais facilidade, é aplicado produto líquido para amolecimento da sujeira e eliminação de bactérias. Em bancos de couro, a limpeza é feita com produto que hidrata a fibra, evitando ressecamento, trincas e envelhecimento precoce do estofamento. É importante lembrar que o assento de couro higienizado não fica liso, já que aderência é importante contra acidentes.

A higienização deve ser feita a cada três e, no máximo, seis meses. Segundo Antonio Mariano, proprietário da Auto Clean, o banco com estofado de tecido corre o risco de mofar nesse período. Já o de couro pode ressecar. Neste caso, a limpeza interna feita regularmente evita rachaduras, problema que só pode ser resolvido com restauração ou substituição do couro.

Inimigo invisível
Para quem sofre com alergias o procedimento é indispensável. Everton Lenon, sócio da Safe Clean, diz que a limpeza evita a infestação do “inimigo invisível”. Lenon refere-se ao ácaro, poluente biológico que se prolifera pelo calor ou umidade e fica retido entre as fibras do estofamento, que agridem, principalmente, pessoas alérgicas.