25/07/2019 as 10:06

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Tiggo 7 tem preço inicial de R$ 97.990

Test Drive está disponível na Guima Motors, concessionária autorizada.


Tiggo 7 tem preço inicial de R$ 97.990Foto: Ronald Dória/Equipe JC

Há algumas semanas testamos o Tiggo 7, que está disponível na Guima Motors nas versões T (R$ 97.990) e  TXS (R$118.990), que chegam para conviver ao lado dos irmãos Tiggo 2 e Tiggo 5X, e hoje vamos falar um pouco mais do modelo mais bonito, na opinião de muitos, disponível no Brasil, da fabricante chinesa Chery.

Andando pelas ruas de Aracaju, já é possível perceber diversos modelos da Caoa Chery – representada em Sergipe pela concessionária Guima Motors -, mas um modelo em especial chama muito a atenção.  O Tiggo 7, que é construído sobre a plataforma modular T1X, mede 4.505 mm de comprimento, 1.837 mm de largura e 1.670 mm de altura. O entre-eixos de 2.670 mm é igual ao do Kia Sportage e maior frente ao do Jeep Compass (2.636 mm).

O porta-malas oferece 414 litros (até a altura dos vidros) podendo ser expandido para 1.100 litros com o rebatimento do banco traseiro. Embora o nome Tiggo 7 sugira sete assentos há espaço para cinco passageiros. Essa tarefa de levar mais dois passageiros extras ficará a cargo do Tiggo 8, cujo modelo está em estudo para o Brasil.

O visual bem resolvido exibe faróis bumerangue, grade frontal côncava e porção central superior do para-choque pintada em preto (uma solução feita para o nosso mercado). O desenho da traseira junto das lanternas horizontais e bipartidas remetem ao sul-coreano Kia Sportage.

O gerente de vendas da concessionária Guima Motors, Sidnei Augusto, explica que na versão T (R$ 97.990), o Tiggo 7 traz faróis com DRL em LED e acendimento automático, luzes de neblina com assistência em curva, espelhos retrovisores com rebatimento elétrico e aquecimento, chave presencial, ar-condicionado eletrônico com saída para os ocupantes traseiros, central multimídia com tela de 9”e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, sensores de chuva e de estacionamento dianteiro/traseiro, câmera de ré, volante multifuncional, piloto automático, monitor de pressão e temperatura dos pneus, controles eletrônicos de tração/estabilidade, assistente de partida em rampa e Isofix para a fixação de bancos infantis.

“A topo de linha TXS adiciona teto solar panorâmico, luz ambiente em vermelho, soleiras de porta iluminadas, assim como projeção do nome Tiggo no chão ao abrir a porta, bancos revestidos em couro com aquecimento para motorista e passageiro (o do condutor ajustável eletricamente), câmera de 360°, seis falantes, ar-condicionado de duas zonas, airbags laterais e de cortina. Só faltou em ambas as versões a coluna de direção com ajuste de profundidade. As cores disponíveis são branco perolizado e as metalizadas prata, preto e cinza”, diz o gerente.

MOTOR

O Tiggo 7 usa um motor 1.5 turboflex com bloco e cabeçote feitos em alumínio, duplo comando de válvulas variável (VVT) e coletor de admissão variável (VIS). Aparecem 150/147 cv (etanol/gasolina) a 5.500 rpm e torque de 21,4 kgfm em ampla faixa de 1.750 a 4.000 rpm. Todo o sistema de injeção foi calibrado no Brasil pela Bosch. Para suportar a ação corrosiva do etanol todas as partes que entram em contato com o combustível receberam tratamento especial.

Embora seja menos potente comparado ao 2.0 do Jeep Compass (até 166 cv utilizando etanol), o Tiggo 7 agrada nas baixas e médias rotações, aliás, o torque do SUV é maior comparado ao do concorrente (20,5 kgfm com etanol). O turbocompressor da HoneyWell utiliza 0,9 bar de pressão e o SUV parte da inércia sem esforços. O câmbio não é um automático convencional com conversor de torque ou um CVT (continuamente variável), mas sim uma caixa de dupla embreagem do fabricante Getrag com seis marchas.

Por Ronald Dória/Equipe JC