27/02/2025 as 08:19

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JORNAL DA CIDADE completa 54 anos narrando notícias

O “Mais Completo” registra mais um ciclo de vida com publicações de acontecimentos, transformações e desafios políticos

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JORNAL DA CIDADE completa 54 anos narrando notícias

O JORNAL DA CIDADE, o “ M a i s C o m p l e t o ” , comemora hoje 54 anos de história. São mais de cinco décadas narrando os acontecimentos, transformações e desafios enfrentados pela sociedade sergipana, consolidando-se como um dos principais veículos de comunicação do estado. O JC – como carinhosamente é apelidado no ambiente da Redação – iniciou sua jornada em fevereiro de 1971, com circulação apenas às segundas-feiras, no formato tabloide, menor e mais compacto. Fundado pelo empresário Nazário Pimentel e pelo jornalista Ivan Valença, o periódico rapidamente evoluiu, tornando-se diário entre novembro de 1971 e janeiro de 1972.

O grande salto aconteceu em 1976, quando, com apenas cinco anos de atuação, o JORNAL DA CIDADE conquistou a liderança de mercado. Esse marco coincidiu com a venda do veículo para o empresário Augusto Franco, momento que também representou uma nova linha editorial e jornalística para a publicação. Modernização e inovação A g e s t ã o d a f a m í l i a Franco trouxe investimentos significativos em infraestrutura e tecnologia. Antônio Carlos Franco e Osvaldo Franco implementaram um novo parque gráfico no estado, adquirindo rotativas modernas, que deram ao jornal um layout mais contemporâneo e profissional, adotando o formato standard, mantido até hoje.

Os anos 1980 marcaram uma nova revolução gráfica para o JC, consolidando ainda mais sua posição como referência jornalística em Sergipe. Porém, foi em 1999, ao completar 28 anos, que o veículo passou por sua transformação mais expressiva: a aquisição de duas unidades de impressão gráfica trouxe maior informatização à Redação e remodelou completamente a composição do jornal. Essa renovação revolucionou a comunicação impressa sergipana.

O JORNAL DA CIDADE adquiriu equipamentos de pré-impressão de última geração e, finalmente, tornou-se colorido, oferecendo uma experiência visual mais rica aos seus leitores. Tradição Após o falecimento do empresário Antônio Carlos Franco, em agosto de 2003, a direção do veículo passou para seus filhos, Marcos Franco e Osvaldo Franco, juntamente com sua esposa, Tereza Franco, representando a terceira geração de empreendedores à frente do mais importante impressosergipano. Capacidade técnica Hoje, o JC opera com ummaquinário moderno e ágil,composto por quatro unidades deimpressão, uma dobradeira e quatroportabobinas. Essa estrutura permitea impressão de 25 mil jornais porhora, sendo a maior capacidade doestado. Tal investimento faz partedo plano estratégico de expansão doveículo, resultando em ganhos deagilidade na impressão