12/07/2019 as 16:33

FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Escolas de ensino em tempo integral encerram participação no curso sobre Mediação de Conflitos

Formação foi realizada através de uma parceria entre estado e rede privada


Escolas de ensino em tempo integral encerram participação no curso sobre Mediação de ConflitosFoto: ASN

Gestores, coordenadores pedagógicos, coordenadores administrativo-financeiros e professores de Projeto de Vida das 41 escolas da Rede Estadual de Educação que ofertam a modalidade de Ensino Médio em Tempo Integral encerram nesta sexta-feira, 12, a participação na formação continuada “Mediação de Conflitos: Restaurando Relações no Ambiente Escolar”, cujo objetivo é ampliar e dimensionar as potencialidades de utilização dos círculos restaurativos nessas unidades de ensino.

O curso teve início na última terça-feira (09) e foi promovido pela Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), em parceria com a Unimed. Dentro da Seduc, a formação envolveu uma equipe intersetorial, envolvendo o Departamento de Educação (DED), por meio do Serviço de Educação em Direitos Humanos (SEDH)/Núcleo de Prevenção à Violência (NPV), e Núcleo Gestor das Escolas de Tempo Integral (NGETI).

A formação contou com três momentos, divididos por Diretorias Regionais de Educação, e em cada um dos encontros houve a participação dos gestores, coordenadores pedagógicos, coordenadores administrativo-financeiros e professores de Projeto de Vida.

A chefe do Serviço de Educação em Direitos Humanos (SEDH), Adriane Damascena, destacou que um curso de mediação de conflitos contribui na efetivação de práticas restaurativas das relações nas escolas e, ao mesmo tempo, na restauração do potencial de aprendizagem dos estudantes. 

“É necessário um esforço coletivo da própria comunidade escolar nas suas diversas extensões. Do mesmo modo, é preciso que diferentes instâncias da educação estabeleçam parcerias com diferentes núcleos e programas da Secretaria, com vistas à melhoria da qualidade social na educação escolar. O SEDH vem cultivando o diálogo na busca da expansão da cultura da não violência, compreendendo que se faz necessário o exercício de aportes teóricos e metodológicos para lidar com os inúmeros conflitos que hoje habitam o ambiente escolar”, afirmou.

A assessora de gestão do NGETI, Jociela Barboza Morais, afirmou que essa formação vem de uma demanda das unidades de ensino. “As escolas têm pedido e a gente sente que há a necessidade de que esses profissionais sejam formados sobre como tratar algumas situações dentro das unidades de ensino em tempo integral, onde os alunos passam o dia inteiro. A gente tenta ver o aluno em sua integralidade, então não poderia ficar de fora uma formação que ajude na interdimensionalidade dos alunos”, destacou.

Ela explicou que a Unimed participou da formação focando na parte psicológica, com palestras sobre suicídio, automutilação, e como as escolas podem agir frente a situações como essas.

Jociela ainda falou sobre a importância da intersetorialidade para o sucesso de projetos como esse. “Nós enxergamos, dentro da Seduc, que cada setor tem algo muito bom para compartilhar. Quanto mais a gente une forças para ter bons resultados, com o objetivo central, que é o aluno e seu Projeto de Vida, nós vamos crescer ainda mais enquanto Secretaria”, disse.











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